A data criada em 2013, e que culmina hoje, 25 de julho, celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra (Lei nº 12.987/2014).

Para marcar esta data, compartilhamos um trecho fundamental da obra de Maria Luísa Pereira de Oliveira e Vera Daisy Barcellos Costa para o Dossiê de 30 anos da Rede Feminista de Saúde:

 “A saúde reprodutiva da população negra representa um campo de produção de estudos e conhecimentos que, no Brasil, se constituiu a partir da confluência de duas áreas de estudos: a da saúde reprodutiva e a das relações raciais (…) Sabemos bem que as lutas empreendidas pelas mulheres negras que nos antecederam, por reconhecimento, defesa de direitos, cidadania, melhoria das condições de vida e saúde não é recente  (…) Na história de nosso país, estivemos presentes e fomos protagonistas na resistência à escravização em diferentes momentos dos movimentos abolicionistas.”

Refletir sobre o Julho das Pretas é reconhecer esse protagonismo e fortalecer a busca contínua por equidade e justiça! 

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